Oct 6, 2008
Sep 23, 2008
Sep 22, 2008
gato Ghandi
a árvore, esta árvore

para me acercar dela, sentir-lhe os veios do tempo no tronco pisei a relva proibida (keep off the lawn) na vetusta Trinity College. depois encostei-me àquela sombra, iluminando outro dia cinza, e deixei-me estar, escondida.
as árvores chamam de novo, dão-nos tapete de folhas para pisar, crepitantes, para apanhar, pintadas, neste primeiro dia de outono.
série coração

Amor é um fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís Vaz de Camões
(claro!)
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